8 de julho de 2026

Globo transformou a Copa em uma cobertura que foi muito além dos gramados

Globo transformou a Copa em uma cobertura que foi muito além dos gramados
Globo transformou a Copa em uma cobertura que foi muito além dos gramados

Se teve um mérito evidente na cobertura da Copa do Mundo, foi a decisão da Globo de ir além dos 90 minutos. Enquanto acompanhava a competição nos Estados Unidos, Canadá e México, a emissora também investiu em histórias curiosas, personagens improváveis e reportagens capazes de mostrar como o futebol mobiliza diferentes culturas ao redor do planeta.

O resultado desse esforço apareceu em matérias sobre a paixão de Bangladesh pela Seleção Brasileira, o pai do goleiro Vozinha entrevistado por acaso antes de um jogo, as curiosidades sobre Cabo Verde, além de personagens e histórias que ganharam repercussão muito além do noticiário esportivo.

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Por trás desse trabalho houve uma estrutura robusta. A Globo mobilizou 34 repórteres de vídeo em coberturas realizadas fora do Brasil, percorreu 23 países distribuídos por cinco continentes e enviou 21 profissionais aos três países-sede da Copa, além de contar com correspondentes internacionais e equipes de apoio espalhadas pelo mundo.

Foi uma estratégia acertada. Mostrar apenas o que acontecia dentro de campo seria pouco.

As boas histórias, mais uma vez, provaram que continuam sendo um dos maiores patrimônios do jornalismo esportivo.